Irrigação Automatizada em Barbosa (SP)
A irrigação automatizada em Barbosa combina um poço artesiano com vazão adequada, projeto hidráulico e automação — garantindo água na lavoura mesmo na estiagem, sem depender de chuva. A PAAS, com 40 anos de atuação em poços artesianos e geólogo responsável (CREA), faz o ciclo completo: locação do poço, perfuração, teste de vazão, outorga no SP Águas e o sistema de irrigação.
Água para irrigar em Barbosa: o que o subsolo entrega
Em Barbosa, na região Araçatuba, o aquífero predominante é o Grupo Bauru, com vazão estimada mediana de 3,8 m³/h em poços com profundidade mediana de 60 m (SIAGAS). É essa vazão que define quantos hectares dá para irrigar e qual sistema faz sentido — por isso o teste de bombeamento vem antes do projeto, nunca depois.
Em Barbosa, a vazão estimada mediana dos poços cadastrados no SIAGAS é de 3,8 m³/h. Bombeando 16 horas por dia, isso daria cerca de 61 m³ por dia, volume que define a área irrigável e exige outorga do SP Águas. O teste de bombeamento do seu poço é que confirma a vazão real.
Cidade / Região: Barbosa — Araçatuba (SP)
Aquífero (SIAGAS): Grupo Bauru
Vazão estimada mediana (SIAGAS): 3,8 m³/h
Profundidade mediana (SIAGAS): 60 m
Outorga: obrigatória para irrigação · SP Águas
Sistemas que a PAAS projeta e instala
• Gotejamento — máxima eficiência hídrica; ideal para fruticultura, parreirais e hortaliças.
• Aspersão convencional — versátil para lavouras e pastagem.
• Pivô central — grandes áreas de grãos, com alta demanda de vazão.
• Microaspersão — pomares e cultivos protegidos.
• Automação — acionamento programado, sensores e controle remoto da bomba.
Como funciona o projeto em Barbosa
• Estudo hidrogeológico e locação do ponto de melhor potencial.
• Perfuração do poço e teste de bombeamento — define a vazão real disponível.
• Outorga no SP Águas — uso para irrigação exige outorga; a PAAS cuida do processo com ART.
• Dimensionamento do sistema conforme cultura, área e vazão.
• Instalação e automação, com treinamento de operação.
Por que irrigar muda o resultado
A estiagem é um dos principais fatores de quebra de safra. Irrigação transforma produtividade em algo previsível: permite segunda safra, protege o investimento em semente e insumo, e o sistema costuma se pagar em poucas safras. A vazão do poço é o que limita a área irrigável — por isso o poço certo vem primeiro.
Por que a PAAS em Barbosa
40 anos de campo (desde 1985) e mais de 12.500 clientes atendidos. A PAAS é uma das poucas que entrega poço + outorga + irrigação num só responsável técnico — o geólogo (CREA) que assina a ART é o mesmo que dimensiona o sistema.
Perguntas frequentes — irrigação em Barbosa
Preciso de outorga para irrigar em Barbosa?
Sim. Uso para irrigação praticamente sempre ultrapassa o volume dispensado de outorga, então a outorga do SP Águas é obrigatória. A PAAS conduz todo o processo.
Quantos hectares consigo irrigar com meu poço?
Depende da vazão do poço — na região de Barbosa, a vazão estimada mediana (SIAGAS) é de 3,8 m³/h, da cultura e do sistema escolhido. O teste de bombeamento define o número real.
Dá para automatizar um sistema de irrigação que já existe?
Sim. A PAAS avalia o sistema atual e instala automação (acionamento programado, sensores e controle da bomba) sem refazer tudo.
Quanto tempo leva do poço até a lavoura irrigada?
A perfuração e o teste levam poucos dias; o gargalo costuma ser a análise da outorga no SP Águas, que pode levar meses. Por isso vale começar o processo fora da janela de plantio.
Serviços da PAAS em Barbosa
• Perfuração de poço artesiano em Barbosa
• Outorga de poço artesiano em Barbosa
• Manutenção de poço artesiano em Barbosa
PAAS — 40 anos de poço e irrigação, com geólogo responsável (CREA) e ART. Fale no WhatsApp e peça seu orçamento de irrigação em Barbosa.
A PAAS faz perfuração de poço artesiano e outorga em Barbosa (SP), com geólogo responsável e ART. Barbosa tem 12 poços tubulares cadastrados no SIAGAS, o banco de poços do Serviço Geológico do Brasil. A profundidade mediana é de 60 m; a água fica, em repouso, a cerca de 12,9 m da superfície. A maior parte dos poços com aquífero identificado capta água dos arenitos do Grupo Bauru. A vazão estimada mediana é de 3,8 m³/h.
