Regularização de Poço Artesiano em SP — Como Fazer e Quanto Custa em 2026
- Chert Bobsin
- 30 de abr.
- 2 min de leitura
A regularização de poço artesiano em SP envolve obter a outorga do DAEE e, quando necessário, a licença ambiental da CETESB. Em 2026, o custo total de regularização em SP varia de R$ 2.800 a R$ 12.000 dependendo do tipo de uso, porte e localização. Este guia explica como fazer o processo do zero até a emissão da outorga.
O que significa regularizar o poço artesiano em SP?
Regularizar o poço artesiano em SP significa obter a outorga de uso da água emitida pelo DAEE via portal SiGRH, comprovando que a captação atende aos requisitos técnicos e legais do Estado. Regularização inclui também, quando aplicável, a licença ambiental da CETESB para atividades com potencial poluidor. Um poço regular tem documentação técnica (laudo geológico + ART), outorga vigente e água com qualidade analisada.
Tabela de custos — regularização de poço em SP 2026
Tipo de uso | Custo estimado 2026 | Prazo médio
Uso doméstico / sítio familiar | R$ 2.800 a R$ 5.500 | 60 a 90 dias
Condomínio residencial | R$ 4.000 a R$ 7.500 | 90 a 120 dias
Fazenda / uso rural / irrigação | R$ 3.500 a R$ 8.000 | 90 a 150 dias
Uso industrial / comercial | R$ 5.000 a R$ 12.000 | 90 a 180 dias
Passo a passo para regularizar o poço artesiano em SP
1 — Contratar geólogo com ART CREA-SP: o geólogo visita o poço, elabora o laudo geológico e hidrogeológico e assina a ART. 2 — Teste de bombeamento 72h: medição do comportamento do poço sob extração contínua. 3 — Análise de água: coleta e envio para laboratório credenciado. 4 — Protocolo no SiGRH: o geólogo protocola todos os documentos no portal DAEE. 5 — Aguardar análise: de 60 a 150 dias o DAEE analisa o processo. 6 — Emissão da outorga: publicada no SiGRH com validade de 5 a 10 anos.
Regularização de poço antigo em SP — é possível?
Sim. Poços perfurados há décadas, sem documentação técnica ou com documentação incompleta, podem ser regularizados via outorga retroativa no DAEE em SP. O geólogo avalia as condições atuais do poço e elabora o laudo com base no que é possível mensurar hoje. O DAEE aceita esse processo e não aplica penalidade retroativa quando a iniciativa de regularização é espontânea.
Riscos de não regularizar o poço em SP
Poço artesiano sem outorga em SP expõe o proprietário a: multa DAEE de R$ 1.000 a R$ 10.000; embargo do poço com lacração imediata; impacto no licenciamento ambiental CETESB (pode invalidar a LO vigente); dificuldade em acessar crédito rural e financiamentos que exigem regularidade hídrica; responsabilidade civil em caso de dano ao aquífero de terceiros.
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