Outorga de Poço Artesiano em Santos e Baixada Santista: Risco de Intrusão Salina
- Chert Bobsin

- 30 de abr.
- 1 min de leitura
A Baixada Santista, maior região portuária do Brasil, tem características hidrogeológicas únicas que tornam o processo de outorga de poço artesiano mais complexo: aquífero sedimentar costeiro com risco de intrusão salina e necessidade de estudo específico antes da perfuração.
Aquífero costeiro em Santos e Baixada Santista
Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Bertioga e Cubatão estão sobre depósitos sedimentares costeiros quaternários — areias e sedimentos marinhos e fluviomarinhos. O aquífero é relativamente raso (20 a 80 metros) com boa produtividade (5 a 25 m³/h), mas extremamente vulnerável à intrusão de água salgada se mal dimensionado.
Risco de intrusão salina: como a PAAS avalia
A intrusão salina ocorre quando um poço retira água mais rápido que a taxa de recarga natural, criando um gradiente hidráulico que permite a invasão de água do mar. A PAAS realiza laudo específico com análise da distância ao mar, cloretos na água, condutividade elétrica e teste de bombeamento adequado para avaliar o risco antes de qualquer perfuração.
Outorga de poço em Santos e Baixada Santista: dados práticos
Cubatão: indústrias do polo petroquímico exigem CETESB + DAEE (processo integrado). Santos centro/litoral: poços apenas em áreas sem risco de intrusão (avaliação prévia obrigatória). Bertioga/Guarujá: zonas de aquífero mais profundo e melhor qualidade.
Custo total: perfuração R$ 20.000 a R$ 50.000, outorga DAEE R$ 3.000 a R$ 8.000. Em Cubatão: acrescer licenciamento CETESB (R$ 5.000 a R$ 15.000).
A PAAS avalia risco de intrusão salina antes de indicar perfuração. Consulte pelo WhatsApp.
Veja também: Quanto Custa Outorga SP | Como Tirar Outorga SP | Licenciamento CETESB SP




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